quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Almoço Solidário em apoio ao Parque Igarassu


Amigos!

Convidamos vocês para um almoço muito especial que está sendo organizado com muito carinho pelos humanistas de PE. Todo o arrecadado apoiará a construção do Parque de Estudo e Reflexão Igarassu.  

Para quem não conhece o Parque é um espaço que está sendo construído no município de Igarassu. Hoje, já existem cerca de 40 Parques de Estudo e Reflexão. São espaços dedicados ao estudo e ao autoconhecimento, à não-violência como modo de ação e à reflexão sobre as perguntas fundamentais da vida. Eles são uma expressão de um espírito novo que está despertando no coração das pessoas que procuram ir além das diferenças religiosas, culturais e étnicas, em busca do significado profundo de nossa humanidade comum.

Contamos com a presença de todos! 
Ps.: no convite estão as informações para comprar a senha.

Paz, força e alegria!


Doe alimentos para o almoço solidário

Alain Delon, à esquerda na foto, gerente do Mercadinho Santo Expedito, foi um dos primeiros doadores de alimentos para o almoço solidário em apoio à construção do Parque Igarassu. Ainda faltam frutas, legumes, creme de leite, ovos etc. Entre em contato e faça a sua doação: (81) 9337-4932 ou 9710-0372

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Encontro no Colégio São Bento

Sobre Humanismo e Não-Violência Ativa, 06/09/11


Relato de experiências de superação da violência


Relato de experiências de superação da violência


Debate sobre referências históricas da Não-Violência



quinta-feira, 1 de setembro de 2011

1° Encontro de Formação na Focca (Faculdade de Olinda)


Humanismo e Não-violência Ativa

Documento do Movimento Humanista


Os humanistas são mulheres e homens deste século, desta época. Reconhecem os antecedentes do Humanismo histórico e se inspiram nas contribuições das diferentes culturas, não somente daquelas que neste momento ocupam um lugar central. São, além disso, homens e mulheres que deixam para trás este século e este milênio e se projetam para um novo mundo.

Os humanistas sentem que a sua história é muito longa e que o seu futuro é ainda mais extenso. Pensam no porvir, lutando por superar a crise geral do presente. São otimistas, crêem na liberdade e no progresso social.

Os humanistas são internacionalistas, aspiram a uma nação humana universal. Compreendem globalmente o mundo em que vivem e atuam no seu meio imediato. Não desejam um mundo uniforme, mas múltiplo: múltiplo em etnias, em línguas e costumes; múltiplo em localidades, em regiões e autonomias; múltiplo em ideias e aspirações; múltiplo  em crenças, em ateísmo e religiosidade; múltiplo em trabalho; múltiplo em criatividade.

Os humanistas não querem amos; não querem dirigentes nem chefes, nem se sentem representantes nem chefes de ninguém. Os humanistas não querem um Estado centralizado, nem um Para-Estado que o substitua. Os humanistas não querem exércitos policialescos, nem bandos armados que os substituam.

Mas, entre as aspirações humanistas e as realidades do mundo de hoje, levantou-se um muro. É chegado, então, o momento de derrubá-lo. Para isso, é necessária a união de todos os humanistas do mundo.